Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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O agravamento do conflito militar no Médio Oriente, após os ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão e a subsequente retaliação de Teerão, continua a paralisar o setor da aviação esta segunda-feira, 2.

O encerramento sucessivo dos espaços aéreos de países como o Irão, Iraque, Israel, Catar e Emirados Árabes Unidos bloqueou os dois maiores centros de ligação do mundo, Dubai e Doha. A Emirates suspendeu todas as operações de e para o Dubai até, pelo menos, às 15:00 de terça-feira (3), enquanto a Qatar Airways mantém os aviões em terra por tempo indeterminado. O impacto estende-se a grandes grupos europeus: a Lufthansa e a ITA Airways suspenderam rotas para Telavive, Beirute e Amã até sábado (7), e a Turkish Airlines cancelou dezenas de ligações a partir de Istambul.

Em Lisboa, o cenário é de forte incerteza no Aeroporto Humberto Delgado. A Emirates cancelou os seus voos diretos para o Dubai, os voos EK192 (13h35) e EK194 (20h45), assim como a chegada do EK193. A Qatar Airways também interrompeu a rota direta Lisboa-Doha (voos QR341 e QR344). A Etihad Airways seguiu o mesmo caminho, suspendendo a ligação a Abu Dhabi.

Quanto à TAP Air Portugal, embora não tenha voos diretos ativos para a zona de conflito – com a retoma para Telavive prevista apenas para o final de março –, a companhia monitoriza desvios de rota em voos periféricos que podem causar atrasos noutras ligações internacionais.

No Brasil, a crise assumiu proporções logísticas severas em Guarulhos, onde a Emirates opera com o Airbus A380. Atualmente, dois exemplares do maior avião de passageiros do mundo encontram-se retidos em solo paulista; um deles foi forçado a inverter a rota e regressar a São Paulo após o fecho repentino do espaço aéreo no Golfo.

A Qatar Airways também cancelou as suas frequências diárias entre Guarulhos e Doha, afetando voos como o QR774. No Rio de Janeiro, a operação da Emirates a partir do Galeão para o Dubai está suspensa, mas o troço regional entre o Rio e Buenos Aires continua a operar. As autoridades recomendam que os passageiros confirmem o estado das reservas antes de se deslocarem para os aeroportos, com a maioria das operadoras a assegurar reembolsos ou remarcações sem custos.

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