Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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Tanto o primeiro-ministro, Luís Montenegro, como a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, rejeitaram recentemente a ideia de que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteja um caos. Numa nota publicada há um mês no site oficial do Governo, é referido que essa ideia resulta de uma “absoluta desproporção” entre a perceção pública e a realidade do sistema, já que os atuais tempos de espera nas urgências eram os melhores dos últimos cinco anos, resultado do reforço dos quadros do SNS. Mas o que dizem os mais recentes dados sobre o SNS?

De acordo com um relatório concluído há poucos dias pela Administração Central do Sistema em Saúde (ACSS), relativo ao ano passado, há mais doentes a integrarem as listas de espera, mais cidadãos sem médico de família e realizaram-se menos consultas e cirurgias nos hospitais portugueses. De acordo com a CNN Portugal, que teve acesso ao documento, em dezembro de 2025 aguardavam por uma consulta 1,1 milhões de pessoas, enquanto 267 mil e 832 estavam à espera de serem operados. No final do ano passado, 1,6 milhões de pessoas não tinham médico de família.

Os dados revelam que os números estavam piores em dezembro de 2025 do que no mesmo mês em 2024.

A degradação do SNS chegou também às contas da saúde, já que os hospitais geraram um prejuízo de 2,7 mil milhões de euros e uma dívida de 1,4 mil milhões. Estes números são 11% mais elevados do que aqueles que foram apresentados em 2024.

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