Frase do dia

  • “O caminho voltou a ficar bastante mais estreito devido a estas tempestades”, Joaquim Miranda Sarmento
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As derrocadas na Costa da Caparica, no concelho de Almada, não estão a afetar apenas as construções situadas na base da arriba. Também as habitações implantadas no topo da falésia estão em risco de sofrer danos significativos, numa situação que se tem agravado nas últimas semanas devido ao mau tempo. A foto que aqui partilhamos é um desses casos.

Esta moradia, construída no cimo da arriba, ficou com a piscina destruída com o avanço da erosão. As imagens do antes e do depois evidenciam a dimensão do deslizamento, onde antes se encontrava a estrutura intacta, subsiste agora uma piscina parcialmente suspensa sobre o vazio, após o recuo abrupto do terreno. O caso ilustra que o risco não se limita às casas situadas na base da encosta, estendendo-se igualmente às edificações erguidas junto ao limite da falésia.

A situação é muito grave. Ainda na madrugada desta terça-feira, dia 17, uma nova derrocada na zona de Santo António destruiu mais três casas, que felizmente já tinham sido previamente evacuadas o que levou à retirada preventiva de mais 20 pessoas que residiam em imóveis contíguos. No total, mais de 400 pessoas foram já retiradas das suas casas por razões de segurança desde o início do agravamento das condições meteorológicas.

Inês de Medeiros, a presidente da Câmara Municipal de Almada, já alertou que não voltará a ser permitida a reconstrução junto à arriba, classificando a zona como de “risco permanente”, não mencionando as construções que se situam no topo da mesma. A autarca admitiu que cada situação será analisada individualmente, mas reconheceu que poderá não ser possível o regresso de todas as famílias às suas habitações.

Segundo a responsável, muitas das construções têm entre 30 e 40 anos e algumas nunca obtiveram licença de construção. Acrescentou ainda que, com a secagem progressiva dos solos após períodos de chuva intensa, o perigo se agrava. “O que cai agora não é lama, mas pedras sólidas que provocam danos estruturais graves”, sublinhou.

Apesar das interdições e da vigilância reforçada, há registo de moradores que regressaram a habitações sinalizadas como inseguras, aumentando o perigo de acidentes. A autarquia garante que está a estudar soluções para apoiar as famílias afetadas, numa altura em que a incerteza domina o futuro de quem reside junto a estas arribas.

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