Frase do dia

  • “O VAR trouxe o Sporting para um patamar de igualdade com o Benfica e o FC Porto”, Paulo Bento
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Tanto demorou o Governo a encontrar o novo diretor nacional da Polícia Judiciária, desde a saída de Luís Neves, em fevereiro, para ministro da Administração Interna, que nos corredores da sede não se falava de outra coisa: vinha aí alguém de fora, um procurador ou um juiz. Ao fim de mais um mês de nervosa espera, eis que é nomeado um histórico da casa – Carlos Cabreiro.

Cabreiro já tinha lugar reservado na história da PJ. Não só pela antiguidade. Leva 35 anos de serviço. Chegou em 1991, como inspetor estagiário. É um histórico porque modernizou a Polícia Judiciária. Antes dele, não havia combate direto à criminalidade informática. Com ele passou a haver.

É conhecido pela sua personalidade reservada. Não gosta de palcos, muito menos de holofotes. “Sente-se bem na pele de lobo solitário”, diz um investigador que trabalhou com ele.

Criou e dirigiu nos últimos dez anos a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica, que foi responsável, por exemplo, pela detenção de Rui Pinto – o pirata informático autor do ‘Football Leaks’, um monumental acervo de informação criminosamente recolhida com a intrusão nos servidores informáticos de clubes de futebol, como o Benfica, de empresas e de titulares de cargos judiciários.

Mais recentemente, a unidade de Carlos Cabreiro deteve o advogado Paulo Abreu dos Santos, que fora adjunto da ex-ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro, por centenas de crimes de pornografia infantil e dois de abuso sexual de menores.

Os que na PJ não acreditavam na nomeação de um diretor nacional vindo de fora, apostavam em José Monteiro, um homem da casa, que dirigiu o departamento da PJ na Guarda e está à frente da PJ de Braga. O facto de um irmão ser assessor diplomático do primeiro-ministro podia contar. Mas não contou. O novo diretor nacional, licenciado em Direito, 59 anos, tem provas dadas. Passou a carreira a combater os cada vez mais sofisticados métodos do cibercrime. Primeiro, na investigação da criminalidade económica e financeira – e desde 2016 na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica.

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