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O carro de Tânia Laranjo, a conhecida repórter do Correio da Manhã e da CMTV, autora do programa ‘Doa a quem Doer’, atropelou um peão numa passadeira, em Carcavelos, e abandonou o local do crime.

O acidente ocorreu cerca das 21:00 do último dia 14, sexta-feira. A vítima é um imigrante nepalês, Rajesh Pandit, residente em Lisboa, que ficou ligeiramente ferido e foi assistido no Hospital de Cascais.

Segundo o auto de notícia da GNR enviado para o Ministério Público de Cascais, e a que o 24Horas teve acesso, uma testemunha tomou nota da matrícula do carro em fuga – o que permitiu identificar a proprietária. O automóvel, um Audi branco, sem a inspeção periódica em dia, mas com seguro válido, está registado em nome de Tânia Laranjo.

O auto de notícia descreve em pormenor as circunstâncias do crime. A vítima atravessava a passadeira “devidamente sinalizada”, na rua José Joaquim de Almeida, em Carcavelos, quando foi colhida por um carro branco, da marca Audi.

“Após o impacto”, ainda de acordo com a GNR, o “condutor não imobilizou a viatura, nem prestou auxílio, abandonando o local”. No momento do sinistro, estavam presentes duas testemunhas: “Uma delas, um estafeta da Plataforma Uber, terá seguido a viatura em fuga e anotou a respetiva matrícula’” – enquanto a outra “permaneceu no local a prestar auxílio à vítima”.

Tânia Laranjo, contactada pelo 24Horas, garante que não era a condutora do Audi envolvido no atropelamento: “Uso o carro da empresa. Emprestei o meu carro a um familiar. À hora do acidente, estava a jantar com mais quatro amigos num restaurante de Odivelas. Fui eu que marquei a mesa. Fui a primeira a chegar, por volta das 20:45. Saímos todos cerca das 23:00”, diz a jornalista ao 24Horas.

Ainda segundo Tânia Laranjo, o “familiar” que conduzia o carro “sentiu que bateu com o espelho em alguém”. Ainda assim, abandonou o local porque “teve receio” e “pareceu-lhe que a pessoa atingida não tinha nada”. Arrisca ser acusado pelo Ministério Público de atropelamento com fuga e omissão de auxílio.

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