A decisão do juiz Pedro Miguel Vieira, do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, em libertar Alberto Laplaine Guimarães, secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, e mais três suspeitos por indícios de corrupção que estavam detidos desde terça-feira na cadeia anexa às instalações da Polícia Judiciária do Porto, deveu-se, segundo o que o 24Horas apurou, ao facto dos arguidos não poderem continuar detidos, após primeiro interrogatório judicial, sem conheceram as medidas de coação, que só devem ser decretadas na próxima terça-feira. Entretanto, o Ministério Público fez que saber apesar de não pedir medidas de coação restritivas da…