A segundo volta avança, a corrida estreita-se e os apoios distribuem-se. António José Seguro conseguiu mais um voto, e desta vez de um nome sonante da direita portuguesa. Paulo Portas, o antigo líder do CDS-PP, anunciou este domingo que irá votar no candidato socialista para suceder a Marcelo Rebelo de Sousa. O conservador explica que atribui o seu voto ao "candidato moderado", porque a função de um chefe de Estado é "unir o país". "Não me parece de todo que o outro candidato, aquele senhor que grita muito, fosse para a Presidência da República unir o que quer que fosse, porque ele só sabe dividir, pôr uns contra os outros, dividir a nação…