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  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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Campas abertas, caixões partidos e cadáveres espalhados: foi este o cenário com que a GNR se deparou esta terça-feira, dia 25, no cemitério de Alhos Vedros, no concelho da Moita, digno de um autêntico filme de terror.

O alerta para a ocorrência foi dado pela manhã de dia 25 de novembro e até ao final do dia ainda decorreram perícias no local. Contactado pelo 24Horas, o Comando Territorial de Setúbal da Guarda Nacional Republicana não pôde adiantar detalhes acerca das causas e suspeitos que estarão por detrás da profanação dos cadáveres, referindo, no entanto, que de momento prosseguem as investigações.

O bispo de Setúbal, D.Américo Aguiar, já se pronunciou publicamente sobre esta atrocidade. Num comunicado episcopal, o responsável pela diocese sadina lamentou a barbárie dos atos cometidos e esboçou a sua solidariedade para com as instituições da autarquia, mas também às famílias cuja memória e dignidade dos antepassados foram atacadas.

“Foi com profunda tristeza e sentimentos de emoção, impotência e verdadeira consternação, que recebi a notícia da profanação de sepulturas no cemitério de Alhos Vedros. Visitei e rezei”, começou por escrever. Acrescentando que um “ato desta gravidade atinge a dignidade intrínseca da pessoa humana, fere a memória dos que já partiram e causa sofrimento acrescido às suas famílias”.

Américo Aguiar expressou o seu “respeito e compaixão às famílias que, inesperadamente, se veem confrontadas com esta dor profunda” e sublinhou que “qualquer atentado contra os mortos é também uma ferida aberta no coração dos vivos”.

O diocesano finalizou com um apelo à oração conjunta: “Convido toda a Diocese a unir-se numa intensa oração com as famílias e pelas famílias e numa oração, pelos seus entes queridos ultrajados por este gesto sacrílego. Rezemos também pelos que cometeram tais atos, para que reconheçam a gravidade do mal e se convertam ao bem.”

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