Frase do dia

  • “Fiz este filme para os meus filhos, para lhes pedir desculpa pela porcaria que estamos a deixar neste mundo que lhes estamos a entregar”, Paul Thomas Anderson, realizador de 'Batalha Atrás de Batalha
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O secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, recordou esta segunda-feira, dia 16, que o Governo e os patrões terão de considerar as propostas da central sindical, que está junto ao Ministério do Trabalho, onde decorre uma reunião entre o Executivo, confederações patronais e a UGT para discutirem alterações à legislação laboral.

Em declarações à RTP Notícias, Tiago Oliveira sublinhou que a CGTP tem alertado, nos últimos meses, para a necessidade de Luís Montenegro e seus pares ouvirem as propostas dos trabalhadores: “O Governo tem de ouvir as propostas dos trabalhadores, tem de ouvir as propostas que a CGTP apresentou e tem de discutir as propostas que o mundo do trabalho exige e que os trabalhadores exigem que sejam discutidas.”

O dirigente acusou ainda o Executivo de tentar afastar a CGTP do processo de negociação. Segundo explicou, a criação de reuniões fora da Comissão Permanente de Concertação Social terá como objetivo retirar a discussão do âmbito da Concertação Social e excluir a central sindical do debate.

Tiago Oliveira defendeu também que a Constituição da República Portuguesa atribui às associações sindicais um papel na discussão da legislação laboral, considerando que a exclusão da CGTP contraria esse princípio. Ainda assim, garantiu que a central mantém disponibilidade para participar nas negociações.

A reunião desta segunda-feira foi convocada pela ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e junta a UGT e quatro confederações empresariais para discutir mudanças à lei laboral, após o apelo de António José Seguro na sequência da rutura anunciada pelos representantes patronais. A CGTP não foi convocada para o encontro, recorde-se.

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