Frase do dia

  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
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A demissão do diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, a expor divisões internas sobre a estratégia norte-americana no conflito, e põe a nú as fissuras existentes no seio da administração de Donald Trump.

Kent apresentou a sua renúncia por discordar da intervenção militar, afirmando não poder apoiar uma guerra que, no seu entender, não resulta de uma ameaça iminente à segurança dos Estados Unidos, tendo defendido que o conflito terá sido desencadeado por pressões externas, nomeadamente de Israel, e não por necessidades estratégicas diretas de Washington. 

A saída do responsável pelo contraterrorismo representa a primeira grande deserção no círculo próximo de Trump desde o início da ofensiva contra o Irão, mas não é caso isolado. Dias antes, outra responsável ligada à administração já havia abandonado funções por motivos semelhantes, sinalizando um crescente mal-estar interno. 

A Casa Branca reagiu às críticas, reafirmando que compete ao presidente determinar o que constitui uma ameaça à segurança nacional, defendendo assim a legitimidade da decisão de avançar com a operação militar. Ainda assim, o episódio evidenciou tensões no seio do movimento trumpista, dividido entre uma ala mais isolacionista — que rejeita novas intervenções externas — e setores mais próximos de uma linha intervencionista. 

O conflito com o Irão surge, assim, como um fator de pressão política adicional para Trump, não apenas no plano internacional, mas também no equilíbrio interno da sua administração e base de apoio. Para analistas citados pelo jornal, estas divisões podem fragilizar a coesão do movimento e condicionar a condução da política externa norte-americana num momento de elevada instabilidade global. 

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