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  • ''Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses tipos”, Alexander Stubb, presidente da Finlândia
  • ''Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses tipos”, Alexander Stubb, presidente da Finlândia
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No episódio mais recente do podcast ‘Bate Pé’, conduzido por Rui Simões, de 37 anos, e Mafalda Castro (31), o convidado especial foi Cláudio Ramos (52), que partilhou reflexões sobre o futuro e a relação com a exposição mediática.

O apresentador revelou o desejo de alcançar uma “reforma ativa” aos 55 anos, não para deixar de trabalhar, mas para recuperar a liberdade pessoal. “Gostava de ter uma reforma ativa aos 55, é diferente de meter os papéis para a reforma. Eu não quero aquela reforma parada, de ficar quieto em casa. Quero uma reforma onde possas escolher o que queres fazer, onde não estás dependente, onde não tens pessoas a dar-te ordens, que eu lido um bocadinho mal com a autoridade”, afirmou.

Embora reconheça os benefícios de ser figura pública, Cláudio Ramos admite sentir falta da “normalidade” do quotidiano. “Eu gostava muito de poder ir à praia quando me apetecesse, ou ao cinema às 9 da noite, ou ao supermercado. Não vou, não dá. Eu não gosto de ser conhecido na rua”, explicou.

O apresentador sublinhou ainda o desconforto com abordagens inesperadas. “Eu sou muito fugidio. Sei que faz parte do meu trabalho e tenho de ser simpático, mas não gosto de estar num restaurante e, de repente, ter uma mulher atrás a pedir para tirar uma fotografia enquanto estou a mastigar”, contou, rejeitando a ideia de ser antipático.

Cláudio Ramos confessou que o seu único desejo para os próximos anos é simples: chegar aos 55 com tempo para viajar, ler a pilha de livros que tem em casa e dedicar-se às suas “coisinhas pequeninas”.

Veja o podcast na íntegra aqui.

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