Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que a reparação do troço da A1, que desabou depois do rompimento do dique nos Casais, em Coimbra, demorará semanas a ser concluída. Miguel Pinto Luz visitou, na quarta-feira, dia 11, o local, tendo descrito “a velocidade e a violência das águas” como uma “situação absolutamente anormal”.

Parte da A1 ruiu, após rebentamento de dique em Coimbra

Miguel Pinto Luz confirmou que a fissura, que se verifica no sentido norte-sul, pode alastrar-se para o sentido oposto. Contudo, o responsável pela pasta das Infraestruturas garante que nada é possível fazer enquanto as águas não descerem. “Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviços dos portugueses”, assumiu.

Após a rutura, chegaram ao local 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra. Miguel Pinto Luz garantiu que chegariam mais viaturas no decorrer desta quinta-feira, 12: “É a única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem.”

Recorde-se que parte da Autoestrada do Norte, conhecida como A1, ruiu na sequência do rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, de acordoo com as explicações dadas pela a BCR – Brisa Concessão Rodoviária.

Após esta ocorrência, a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresa (CPPME) alertou que os estragos nas estradas portugueses vão prejudicar o transporte de mercadorias. O presidente da CPPME, Jorge Pisco, referiu à Renascença que a situação é “complicada” para todas as empresas que querem fazer chegar os seus produtos ao mercado.

Jorge Pisco lamentou a decisão do Governo, que optou por linhas de crédito para apoiar as organizações afetadas. O responsável considera “não serem apoios, são mais endividamento para as empresas”.

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