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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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Rosário de Lima Mayer não passou despercebida na última edição da ModaLisboa. A influenciadora optou por usar roupa em segunda mão e uma t-shirt grafitada com a mensagem “Buy Less” (compra menos). O propósito era causar “drama e intensidade”, conta ao 24 Horas.

“Lembrei-me da Vivienne Westwood, que é uma das minhas referências. Depois de apresentar uma das suas coleções, a Vivienne Westwood, para agradecer, apareceu com uma t-shirt a dizer ‘Buy Less’. Esta edição da ModaLisboa era muito ligada à sustentabilidade e nós queríamos vincar esse conceito”, explica Rosário, que partilhou o statement com a influenciadora Teresa Mata.  

A jovem lisboeta de 26 anos decidiu vender, há cerca de três anos, a maior parte do seu guarda-roupa na Vinted e passar a comprar peças em segunda mão. “Vendi tudo, fiz muito dinheiro e depois, com esse dinheiro, decidi começar a comprar em segunda mão. Apercebi-me da versatilidade, da originalidade e da qualidade de roupa em segunda mão. Sempre que saía de casa, as pessoas comentavam que a minha roupa ‘era muito gira’.”

A influenciadora, que também trabalha numa loja de roupa em segunda mão, partilha com o 24Horas algumas dicas para criar e manter um guarda-roupa sustentável.

1.     Saber fazer “decluttering”

“Decluttering” significa livrar-se de itens desnecessários ou “destralhar”. Este pode ser o primeiro passo para criar um guarda-roupa mais sustentável e menos dependente das tendências e ditaduras da moda. Rosário Mayer argumenta que apenas usamos 20% da roupa do nosso armário. “Depois de fazer esse ‘decluttering’, ficamos só com as peças que adoramos, que estamos sempre a usar. Depois, investimos nas peças perfeitas, que usar para sempre”. Ou seja, “pegamos naquele vestido que eu disse que irei usar num próximo casamento porque vou estar mais magra ou naquelas calças que já não me cabem, mas que sei que daqui a um ano vou emagrecer e, portanto, vou ficar com elas. Não. Essas coisas não vão acontecer. Essas justificações são irracionais”, sentencia.

2.    Apostar na intemporalidade – e em roupa de família

“A intemporalidade está, sem dúvida, no ‘fitting’ e no material [das peças]. E a única maneira de garanti-lo é em segunda mão”, prossegue. Rosário de Lima Mayer conta que muita da sua roupa são “tesouros” passados de geração em geração. “Olho muito para o armário da minha mãe e da minha avó. Tenho muita roupa delas e noto que visto muito mais estas peças do que as que eu comprei.”

3. Resistir às pressões das redes sociais

A influenciadora relembra que, por vezes, existe a pressão de seguir as tendências das redes socias. Por isso, aconselha a distanciarmo-nos e a pensar racionalmente se a vontade de comprar surge por vontade própria ou impulsionada por um fator externo.

4. Evitar sites das marcas

Rosário Mayer confidencia que se identificava como uma “Zara girl”. “Eu era aquela pessoa que ficava até à meia-noite e um minuto à espera da nova coleção da Zara. A mesma coisa com os saldos. Quando me vestia com Zara, sentia-me super bem, gira, mas depois olhava à volta e via 20 pessoas com as mesmas peças que eu.” Agora, para evitar a necessidade de estar constantemente a par das tendências de fast-fashion, a influenciadora aconselha a nem sequer ir ao site das marcas. Rosário de Lima Mayer tem agora a Vinted como plataforma de eleição, a par de lojas físicas como Arquivos Vintage, Dearvains e Rozza Vintage, em Lisboa.

5. Arranjar justificações para não comprar

Um conselho final deixado por Rosário de Lima Mayer: “Não arranjar justificações para comprar, mas arranjar mil e uma justificações para não comprar” determinada peça de roupa.

Texto: Beatriz Dias

https://www.instagram.com/reel/DG_cSvOsi-l

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