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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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A líder da oposição na Venezuela e vencedora do Prémio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, afirmou que planeia regressar “o mais rapidamente possível” ao seu país e que gostaria de dividir o galardão com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em declarações à Fox News, a política venezuelana descreveu como “histórica” a captura do ex-líder Nicolás Maduro e disse que o papel de Trump nessa operação constituiu um avanço importante para “a liberdade e a dignidade humana”.

Sobre o prémio que lhe foi atribuído pelo Comité Nobel, Corina afirmou: “Eu certamente adoraria poder dizer-lhe pessoalmente que acreditamos, o povo venezuelano, porque este é um prémio do povo venezuelano, certamente queremos dá-lo a ele, e partilhá-lo com ele.”

A vencedora do Nobel explicou que não fala com Trump desde 10 de outubro de 2025, data em que o prémio foi anunciado, mas que essa distinção foi em parte dedicada ao presidente norte-americano.

Corina deixou, recorde-se, a Venezuela em segredo para viajar até Oslo, na Noruega, onde recebeu o prémio, embora tenha chegado já depois da cerimónia principal.

A figura da oposição ao governo de Nicolás Maduro, aproveitou para lançar críticas a Delcy Rodríguez, que assumiu a presidência interina do país após a captura de Maduro, considerando-a responsável por atos de repressão durante o Governo anterior.

Apesar das divergências, Machado manteve a posição de que, em eleições livres, confiaria na vitória da oposição.

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