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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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A Suécia declarou estar oficialmente extinta a coruja-das-neves, tornando-se o primeiro caso, em cerca de 20 anos, de extinção de uma espécie no país.

Também conhecida como coruja polar ou coruja-ártica, a espécie distingue-se pela plumagem branca e pelos olhos amarelos intensos. Adaptada a ambientes extremos, é uma caçadora eficaz, capaz de mergulhar sob camadas profundas de neve para capturar presas, resistindo a condições meteorológicas severas. Para muitos, é ainda reconhecida pela associação à personagem Hedwig, da saga ‘Harry Potter’.

Apesar da extinção agora declarada na Suécia, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) classifica a coruja-das-neves como “vulnerável” a nível global, segundo a última avaliação realizada em 2021. A organização estima que existam atualmente entre 14 mil e 28 mil exemplares em estado selvagem, alertando para um declínio significativo da população.

Entre os principais fatores que contribuem para esta diminuição estão a caça ao longo de décadas – quer para taxidermia, quer para consumo –, bem como a destruição de habitats provocada pela deflorestação e pela expansão de infraestruturas humanas, que têm perturbado as áreas e os períodos de nidificação.

Na Europa, a situação da espécie continua classificada como “pouco preocupante”, embora esta avaliação não seja atualizada desde dezembro de 2020.

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