Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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Um grupo de 32 países decidiu libertar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das suas reservas, numa tentativa de evitar uma crise de abastecimento global e travar a subida dos preços da energia.

A medida foi coordenada pela International Energy Agency (IEA) e é a maior libertação conjunta de reservas de petróleo da história da organização. O objetivo é compensar as interrupções no fornecimento mundial provocadas pela situação no Estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global de petróleo.

Em média, cerca de 20% do petróleo transportado por via marítima passa por este estreito, localizado entre o Irão e Omã. No entanto, o aumento das tensões no Médio Oriente e os ataques relacionados com o conflito entre Irão, Estados Unidos (EUA) e Israel, têm provocado grandes perturbações no tráfego marítimo.

Entre os países que vão contribuir estão a Alemanha e o Japão. Berlim anunciou que irá disponibilizar cerca de 19,5 milhões de barris, apesar de afirmar que o país não enfrenta escassez interna de combustível, e apenas participa na iniciativa por solidariedade com os parceiros internacionais.

Já o Japão deverá ser um dos maiores contribuintes, com a libertação prevista de cerca de 80 milhões de barris das suas reservas. O Japão, recorde-se, é um dos países mais dependentes do petróleo proveniente do Médio Oriente e estão com receio de uma interrupção prolongada no abastecimento.

A libertação coordenada das reservas pretende estabilizar os mercados energéticos e reduzir a os preços dos combustíveis, que chegaram a ultrapassar os 100 dólares por barril nos últimos dias devido às preocupações com a oferta global.

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