Frase do dia

  • ''João, este país não é para quem não está bem da cabeça', André Ventura, sobre João Cotrim Figueiredo
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Apesar do grupo Impresa viver uma crise financeira sem precedentes, a ponto de começar a ser equacionada a sua própria sobrevivência a médio prazo, a família Balsemão não se pode queixar dos valores que recebe.

Segundo o jornal online Página Um, apesar dos resultados negativos dos últimos anos, do fortíssimo endividamento bancário, e do grupo nunca ter pagado dividendos aos seus acionistas, Francisco Pinto Balsemão e os seus filhos Francisco Pedro e Francisco Maria receberam mais de 6,5 milhões de euros em salários e complementos de pensão, durante os últimos 10 anos, sem contar com outros benefícios eventuais, incluindo viaturas e despesas diversas pagas pela Impresa.

A investigação levada a cabo pelo Página Um chegou à conclusão de que o patriarca, que foi CEO até 2012, passando a partir daí, aos 75 anos, a ser a chairman, sem que exerça qualquer função executiva, possui um salário anual de 106 mil e 400 euros a que acresce 184.739 euros de complemento de pensão, pagos pela própria empresa. Ou seja, o antigo primeiro-ministro tem recebido, desde 2016, mais de 291 mil euros por ano do seu grupo, leia-se, uma média mensal de quase 21 mil euros ao longo de 14 meses.

Já o filho Francisco Pedro, atual CEO do grupo, recebe 280 mil euros de vencimento desde 2017, isto sem contar despesas e outros benefícios pagos pela Impresa, como viatura, despesas de deslocação, subsídio de almoço e outras; enquanto Francisco Maria, que em 2015 chegou a receber, como vice-presidente da Impresa, 406 mil euros em vencimento fixo, com a ascensão do seu meio-irmão ao cargo de presidente-executivo do grupo, passou a auferir apenas 49 mil euros anuais, excluindo eventuais extras.

Os rendimentos destes três integrantes do clã Balsemão contrastam com os resultados do grupo: do lucro líquido de 11 milhões de euros que a Impresa ainda registou em 2014, o grupo passou para um prejuízo de 66,2, registado no ano passado.

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