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  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
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Cuca Roseta, de 44 anos, foi distinguida pelo Ministério da Cultura de França com o título de Chevalière de l’Ordre des Arts et des Lettres, uma das mais relevantes condecorações culturais atribuídas pelo Estado francês. A cerimónia decorreu esta quinta-feira, 5 de fevereiro, na Embaixada de França, em Lisboa, na véspera do lançamento do seu novo álbum, Douce France, inteiramente cantado em francês.

A fadista recorreu às redes sociais para partilhar a emoção do momento, assumindo sentir-se profundamente honrada com a distinção. “Não tenho palavras para descrever o que sinto por este reconhecimento internacional”, escreveu, sublinhando o peso simbólico de ser distinguida por um país que descreve como tendo “uma história de uma cultura riquíssima”.

Cuca Roseta destacou ainda que encara esta condecoração como um reconhecimento coletivo, dirigido também a Portugal e a todos os que a acompanharam ao longo do percurso artístico. A distinção, afirmou, é “para todos os portugueses” que a ouviram, a seguiram e a ajudaram a levar o fado além-fronteiras, transformando-o numa linguagem universal, “de coração para coração”.

Na mesma mensagem, a artista sublinhou a importância de França como palco histórico de afirmação das artes, evocando nomes como Amália Rodrigues, Fernando Pessoa, Manoel de Oliveira e Júlio Pomar. Para Cuca Roseta, o país é “a porta de entrada para o mundo nas Artes”, razão pela qual classifica a homenagem como “uma honra sem limites”.

A fadista considera ainda que esta distinção representa a força da memória, da tradição e do futuro do fado no panorama internacional, reforçando o prestígio da música portuguesa no exterior. “Esta distinção é nossa”, escreveu, agradecendo a Portugal, ao fado e a França, país ao qual dedica agora Douce France, álbum que foi lançado esta sexta-feira, dia 6, e que reflete o seu amor pela canção francesa, “pela elegância da língua e pela força da cultura”.

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