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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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Esta sexta-feira, dia 20, a COP30, em Belém, no Brasil, foi abalada por um incêndio num dos pavilhões da Blue Zone, onde decorrem as negociações oficiais. As chamas começaram por volta das 14:00 locais e a evacuação foi imediata — delegados, jornalistas e técnicos abandonaram a zona por segurança, enquanto a energia eléctrica foi cortada no sector afetado.

Segundo as autoridades brasileiras, o fogo já foi extinto, tendo as chamas sido controladas em cerca de seis minutos. Não houve feridos, mas, pelo menos, 13 pessoas necessitaram de atendimento médico, devido à inalação de fumo. As equipas de bombeiros permanecem no local a monitorizar eventuais riscos e a realizar novas vistorias de segurança.

Apesar do susto, os danos materiais parecem limitados. Parte das lonas e das estruturas temporárias foram atingidas, mas o uso de materiais antichama poderá ter impedido uma propagação mais grave. As primeiras informações sobre a causa apontam para um curto-circuito ou outra falha eléctrica — possivelmente relacionada com um telemóvel a carregar ou até com um microondas.

A delegação portuguesa viveu momentos de apreensão. A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, que se encontrava no pavilhão de Portugal, relatou a aflição que sentiu durante o incêndio. Garantiu que toda a delegação está bem e em segurança. Durante a evacuação, instruiu a equipa a deixar tudo para trás, levar apenas os passaportes e afastar-se o mais possível da zona atingida.

Neste momento, o foco das autoridades centra-se em reavaliar a segurança do local, restabelecer as negociações e assegurar que a normalidade da conferência possa ser retomada sem comprometer a integridade dos participantes.

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