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  • “Acreditem em Portugal”, António José Seguro
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Na recente cerimónia de tomada de posse de António José Seguro, um detalhe cromático não passou despercebido: a harmonia visual da família governativa. A nova primeira-dama, Margarida Maldonado Freitas, e a filha do casal, Maria, surgiram com vestidos em tons de azul, uma escolha espelhada nos detalhes do novo Presidente da República e do seu filho, António, que optaram por gravatas da mesma cor. Mas o que motiva esta coordenação estética num momento de tamanha solenidade?

Na psicologia das cores, o azul é o matiz da estabilidade, da confiança e da serenidade. Num contexto político, o seu uso é estratégico: transmite uma imagem de segurança, autoridade institucional e, acima de tudo, equilíbrio. É uma cor que apazigua o olhar e projeta fiabilidade, características cruciais para um líder que inicia o seu mandato sob o escrutínio público.

Esta escolha coloca a família de Seguro numa linha de outras figuras que recorreram ao azul em momentos de consagração. Recorde-se Jill Biden que escolheu o azul oceano na tomada de posse de Joe Biden, em 2021, ou Melania Trump, que em 2017 usou um emblemático conjunto azul-celeste Ralph Lauren, evocando a estética de Jackie Kennedy, que por sua vez também elegeu o azul para a cerimónia de tomada de posse do marido, John F. Kennedy, em 1961. Em Portugal, a tradição de tons sóbrios é comum, mas a coordenação total do núcleo familiar acrescenta uma camada de “unidade” ao protocolo.

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