Frase do dia

  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
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O 1 de abril volta a trazer as tradicionais partidas, com marcas e órgãos de comunicação a testarem a nossa atenção com notícias falsas “autorizadas”. No entanto, o que começa como uma brincadeira inócua sublinha um problema real: a dificuldade em distinguir ficção de realidade.

Em Portugal, a linha é cada vez mais ténue. Segundo um estudo de 2025 da Agência Internacional de Comunicação, cerca de 85% dos portugueses admitem já ter sido vítimas de fake news, com a maioria destes casos a circular livremente nas redes sociais. Enquanto o Dia das Mentiras dura apenas 24 horas, o impacto da desinformação é permanente, transformando o que deveria ser um momento de diversão num lembrete crítico sobre a importância de verificar cada partilha.

Os dados revelam que os portugueses continuam a informar‑se sobretudo através da televisão (13,6%) e da rádio (11,4%). Ainda assim, formatos digitais como os jornais online (10,8%) e o WhatsApp (9,9%) têm vindo a ganhar terreno como fontes de informação.

Nem os próprios media escapam ao fenómeno. Em outubro de 2022, o Observatório Ibérico de Media Digitais (Iberifier) concluiu que 80% dos órgãos de comunicação portugueses já difundiram conteúdos falsos.

Um dos episódios mais marcantes ocorreu durante o apagão de 28 de abril de 2025. A urgência em noticiar o sucedido, aliada à falta de eletricidade, dificultou a verificação dos factos. Vários meios anunciaram inicialmente um apagão generalizado na Europa. Até a agência Reuters divulgou uma explicação incorreta, atribuindo o incidente a um fenómeno raro — informação posteriormente desmentida pela Redes Energéticas Nacionais (REN).

Também em 2024, a CMTV foi alvo de críticas após transmitir imagens de um alegado carro submerso que, afinal, era apenas um brinquedo. O vídeo tinha sido enviado por um espectador, que acabou por ser processado pelo canal.

Exemplos de notícias falsas do Dia das Mentiras

Durante o dia de hoje várias informações falsas foram difundidas por diferentes meios. É o caso da FNAC que divulgou a saída do videojogo GTA VI, porém a sexta versão do célebre jogo Grand Theft Auto tem lançamento oficial previsto para 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S.

Outro exemplo, foi o dos Bombeiros Voluntários de Albufeira que divulgaram testes de um drone, o EHANG 216F, que ajuda a apagar incêndios. “Este equipamento inovador permitirá chegar a zonas de difícil acesso em poucos segundos, aumentando a eficácia no combate a incêndios rurais e urbanos. O drone tem capacidade para transportar até 50 litros de água por viagem e será operado diretamente a partir do quartel”, diz o ‘comunicado’ que, confirmado pelo 24Horas, se revelou falso.

Como proteger das Fake News?

Embora muitas publicações falsas sejam facilmente identificáveis, outras exigem atenção redobrada. Para evitar cair em enganos — hoje e em qualquer outro dia — vale a pena adotar alguns hábitos simples:

Confirmar a fonte: verificar se a informação é divulgada por um órgão de comunicação fiável e se outros meios credíveis estão a reportar o mesmo assunto.

Comparar versões: perante a possibilidade de existirem táticas de desinformação mais sofisticadas, consultar várias fontes idóneas ajuda a desmontar manipulações e narrativas falsas.

Cuidado nas redes sociais: confirmar se o perfil que publicou o conteúdo é verificado (selo azul) ou corresponde à conta oficial da instituição. Se houver dúvidas sobre a origem, o melhor é não partilhar.

Como surgiu o dia das Mentiras?

Uma das explicações diz que a tradição remonta a 1564, quando o rei Carlos IX de França adotou o calendário gregoriano. Com a mudança, o início do ano passou para 1 de janeiro — anteriormente celebrado a 1 de abril. Muitas pessoas não souberam da alteração ou recusaram-se a aceitá-la, continuando a festejar em abril.

Quem aderiu ao novo calendário começou a brincar com os que mantinham o antigo, enviando-lhes presentes estranhos ou convites para festas inexistentes. Estes passaram a ser conhecidos como os “Tolos de Abril”.

A prática espalhou-se pela Europa e chegou a Portugal, onde as partidas ficaram conhecidas como “petas”.

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