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  • “Acreditem em Portugal”, António José Seguro
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, de 62 anos, ordenou que o dinheiro e ouro ucranianos, apreendidos na semana passada pelas autoridades do seu país, permaneçam sob custódia até 60 dias.

A remessa incluía 40 milhões de dólares (34,4 milhões de euros) e 35 milhões de euros em numerário, nove quilogramas de ouro, avaliados, às taxas de câmbio atuais, em cerca de 70 milhões de euros. A apreensão aconteceu quando ela estava a ser transportada por estrada, devido à suspeita de branqueamento de capitais.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sybiha, afirmou que a Hungria está “a entrar numa espiral de ilegalidade”, acusando ainda Orbán de querer “legalizar” uma apreensão ilegal, incendiando ainda mais a relação entre estes dois países do Leste da Europa.

Há dias, recorde-se, o presidente, Volodymyr Zelensky, de 48 anos, chegou mesmo a ameaçar recorrer às forças armadas, caso o bloqueio do empréstimo de 90 mil milhões de euros, aprovado pela União Europeia (UE) em dezembro, não seja levantado: “Esperamos que essa pessoa, na União Europeia, não bloqueie os 90 mil milhões de euros, ou a primeira parcela dos 90 mil milhões de euros, e que as Forças Armadas ucranianas continuem a ter armamento. Caso contrário, daremos o endereço dessa pessoa às nossas Forças Armadas, aos nossos soldados. Que lhe telefonem e falem com ele na sua língua (a das Forças Armadas).”

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