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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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A missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), através de uma delegação de alto nível, chefiada pelo presidente da Serra Leoa, Julius Maada Bio, fez-se representar esta segunda-feira, dia 1, num encontro que decorreu na Guiné-Bissau com os máximos responsáveis da junta militar que, na última quarta-feira, 26, tomou de assalto o poder naquele país.

O ato diplomático viu a sua primeira reunião com os máximos responsáveis do Alto Comando Militar para a Restauração da Segurança Nacional e Ordem Pública, que contou com a presença do presidente para a transição, o major-general Horta Inta-A Na Man, trazer poucas novidades à situação que atualmente vigora no país.

Leonardo Simão Santos, o representante especial das Nações Unidas para a África Ocidental e o Sahel, que integrou a delegação da CEDEAO, confessa que ainda “não se pode concluir nada” desta missão. Em declarações à TV O País, o moçambicano referiu que nesta primeira reunião foi explicada a evolução histórica dos problemas da Guiné-Bissau, referindo que havia o risco de um conflito de maior dimensão em resultado das eleições presidenciais e que a junta militar travou o processo eleitoral de modo a evitá-lo.

Questionado sobre se acreditava nessa versão, o representante das Nações Unidas não foi esclarecedor, frisando apenas que foi aquilo que explicaram à delegação. Leonardo Santos acrescenta que uma das exigências da CEDEAO era a publicação dos resultados eleitorais, explicando que tal não acontecerá visto que os militares guineenses alegam não terem recebido todas as atas necessárias.

Recorde-se que, na sequência das eleições gerais do passado domingo, dia 23, que iriam decidir o próximo presidente da Guiné-Bissau, e, ao que tudo indica dariam a vitória ao candidato Fernando Dias, destronando Umaro Sissoco Embaló, um grupo de militares armados incorreram num golpe de Estado, provocando uma enorme incerteza no atual contexto político do país.

Após o golpe, o presidente demissionário abandonou o país, refugiando-se, primeiro, no Senegal e, depois, no Congo-Brazzaville. Já Fernando Dias encontra-se ao abrigo da embaixada da Nigéria na Guiné-Bissau.

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