Frase do dia

  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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O artigo de Armando Esteves Pereira a propósito da morte de Teresa Caeiro, onde o diretor do Correio da Manhã afirma perentoriamente que a antiga vice-presidente da Assembleia da República teria sido vítima de violência doméstica durante o seu casamento com Miguel Sousa Tavares, continua a fazer correr rios de tinta.

Desta feita, foi a vez de Maria José Fernandes, uma antiga procuradora-geral adjunta que, num texto publicado no site da CNN Portugal, intitulado ‘O linchamento – não conseguido – de Miguel Sousa Tavares’, parte em defesa do antigo marido de Teresa Caeiro, criticando duramente Esteves Pereira e a divulgação que o mesmo fez de “uma alegada conversa privada com Teresa Caeiro, (…) com a justificação, tortuosa, de tratar-se da defesa da sua memória e do respeito que lhe é devido”. E prossegue a procuradora jubilada: “Respeito seria, primeiro que tudo, não acrescentar dor à família; respeito seria manter uma conversa privada no seu lugar original!”.

Poucas horas depois da publicação desse texto, Armando Esteves Pereira não se ficou, e através de um post no seu mural de Facebook, veio responder, classificando o artigo da procuradora, a quem se refere como “presumivelmente embeiçada por um suspeito de violência doméstica”, como “leviano e precipitado”.

Recorde-se que na última segunda-feira, em declarações exclusivas ao 24Horas, Miguel Sousa Tavares garantiu ir levar o caso para tribunal: “Vou fazer o que tenho que fazer, não só para defender a minha honra, mas também a memória da Teresa”, afirmou.

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