Eduardo Bolsonaro, de 41 anos, foi afastado preventivamente do cargo de escrivão da Polícia Federal, função para a qual deveria ter regressado após a cassação do mandato de deputado federal.

Com a perda do cargo parlamentar, o político deixava de ter direito à licença para exercício de mandato eletivo e teria de retomar as funções na corporação. No entanto, isso não aconteceu. Segundo informações apuradas, o filho do ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, encontra-se atualmente nos Estados Unidos e não se apresentou ao serviço dentro do prazo legal.
Perante a ausência e o não cumprimento das obrigações funcionais, foi determinada a abertura de procedimento administrativo e aplicado o afastamento preventivo, medida prevista para garantir o regular funcionamento da instituição enquanto o caso é analisado.
Fontes ligadas ao processo indicam que a situação pode evoluir para sanções disciplinares mais gravosas, caso se confirme abandono de função ou incumprimento reiterado das normas internas. A defesa do ex-deputado ainda não se pronunciou publicamente sobre a decisão.
O caso acrescenta mais um capítulo à crise política que envolve o antigo parlamentar, agora fora do Congresso e sob escrutínio administrativo na instituição onde mantém vínculo como servidor público.
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