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  • ''Problemas não se resolvem com demissões'', Luís Montenegro
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Após a demissão da chefe e da subchefe das Urgências Gerais do Hospital Amadora-Sintra, a equipa de enfermagem decidiu bater o pé. O 24horas sabe que os enfermeiros deste serviço pediram, na quarta-feira, dia 7, escusa de responsabilidade por considerarem que a situação vivida é insustentável.

A situação crítica arrasta-se há vários dias, já que a Urgência Geral do Hospital Amadora-Sintra funcionou, na madrugada do dia 3, várias horas apenas com um médico escalado. O cenário foi considerado “crítico” pelo Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS), recorde-se.

A falta de profissionais tem levado ao aumento dos tempos de espera. De acordo com o Serviço Nacional de Saúde, neste momento, um doente espera, em média, mais de 7 horas e meia para uma primeira observação nas Urgência do Amadora Sintra, estando, em média, quase 17 horas em observação.

De acordo com a SIC Notícias, também o diretor clínico dos Cuidados de Saúde Primários da Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra e os seus adjuntos decidiram demitir-se dos cargos.

As demissões não são as primeiras nos últimos meses, já que, em novembro, o presidente presidente da ULS Amadora-Sintra, Carlos Sá, renunciou ao cargo após a morte de uma grávida, não tendo, ainda, sido substituído.

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