Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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Um militar das forças especiais americanas foi acusado de ter utilizado informação confidencial para lucrar em apostas sobre a captura do antigo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

De acordo com a acusação, o sargento-mestre Gannon Ken Van Dyke teve acesso a dados confiedenciais relacionados com a operação militar norte-americana, realizada em janeiro de 2026, que culminou na detenção de Maduro. Aproveitando essa informação privilegiada, o militar terá feito apostas na plataforma Polymarket.

As autoridades norte-americanas afirmam que Van Dyke investiu mais de 30 mil dólares, cerca de 25 mil euros, em várias previsões ligadas à situação política na Venezuela. Com isso, conseguiu obter lucros superiores a 400 mil dólares, cerca de 341 mil euros.

Estas apostas antecipavam, entre outros cenários, a possibilidade de Maduro ser afastado do poder antes do final de janeiro, o que aconteceu devido à intervenção militar dos EUA.

De acordo com o Departamento de Justiça, o militar participou diretamente no planeamento e execução da operação, o que lhe deu acesso a informação sensível e não pública. A conduta é descrita pelas autoridades como um caso de “uso ilegal de informação confidencial para benefício próprio”.

O arguido enfrenta agora várias acusações, incluindo fraude eletrónica, fraude em matérias-primas financeiras e utilização indevida de dados governamentais.

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