Frase do dia

  • “Não podemos entregar dinheiro a toda a gente só porque levantam o dedo”, Luís Montenegro
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O clima de tensão após os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão e da retaliação de Teerão contra países onde os americanos têm bases militares provocou o encerramento do espaço aéreo de países como os Emirados Árabes Unido e o Koweit. Como consequência a maioria das companhias aéreas suspendeu as suas operações para o Golfo Pérsico, incluindo “hubs” como o Dubai (base da Emirates que é a maior companhia do Mundo) ou Abu Dhabi (base da Etihad).

A EASA ( European Union Aviation Safety Agency), órgão regulador de aviação da Europa emitiu um Boletim de Informações de Zona de Conflito, advertindo as companhias aéreas para a necessidade de cautelas adicionais na região: os aparelhos não devem “operar dentro do espaço aéreo afetado em quaisquer níveis e altitudes de voo”.

“Face à situação atual e dos desenvolvimentos expectáveis, há um risco elevado para a aviação civil no espaço aéreo afetado”, prossegue a EASA no mesmo comunicado.

A mera continuação da tensão numa das regiões mais movimentadas do Mundo em termos de tráfego aéreo tem o potencial de criar o caos nalgumas das rotas das maiores companhias internacionais. Para além dos EAU e do Koweit, também Israel, o Iraque, Omã e o Bahrain fecharam seus espaços aéreos depois do início da operação “Fúria Épica”.

Vídeos: @MarioNawfal / X

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