Frase do dia

  • “Já fui para o hospital várias vezes. Depois percebi que era ansiedade”, Joana Marques
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Com uns impressionantes 2,36 metros de altura, o canadiano Olivier Rioux tornou-se a nova sensação do basquetebol universitário, transformando cada entrada em campo num evento viral. Mais do que os números nas estatísticas, é o impacto psicológico que impõe: as redes sociais têm sido inundadas com imagens da cara dos adversários, que parecem minúsculos, a tentarem delinear estratégias para o placar ou travar o caminho deste gigante em direção ao cesto.

A trajetória de Rioux, de 20 anos, transcende o fenómeno mediático. Em 2022, o seu nome ficou gravado no Guinness World Records como o adolescente mais alto do mundo, um título que serviu de antevisão para o seu percurso internacional. Ao serviço da seleção do Canadá, Rioux foi peça-chave na conquista da medalha de bronze na U18 FIBA AmeriCup, após já se ter destacado nos sub-16 pela solidez no jogo interior, atraindo o olhar atento de olheiros norte-americanos.

Atualmente integrado na Universidade da Florida, o poste cumpre um plano rigoroso de evolução. Em 2025, a equipa técnica optou pelo sistema de redshirt, permitindo-lhe um ano de paragem competitiva focado exclusivamente no desenvolvimento físico e técnico. Para sustentar a sua estrutura hercúlea, Rioux consome diariamente entre 5.000 a 6.000 calorias, um combustível necessário para as batalhas debaixo da tabela.

Apesar da forte concorrência interna nos Gators, que limita o seu tempo de jogo, o carisma de Rioux conquistou os adeptos. O treinador Todd Golden tem sido o seu maior defensor, elogiando publicamente a sua ética de trabalho e resiliência. Embora o caminho até à titularidade seja exigente, Rioux mantém-se como uma das figuras mais fascinantes e imponentes do basquetebol universitário atual, provando que, no seu caso, o céu é literalmente o limite.

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