Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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O Supremo Tribunal dos Estados Unidos votou a favor da ‘terapia de conversão’ para menores LGBTQIA+. A prática foi considerada como um ponto da liberdade de expressão.

Esta decisão surge no âmbito da constitucionalidade de uma lei aprovada pelo estado do Colorado, de tendência democrata que proíbe, tal como cerca de outros vinte estados norte-americanos, profissionais de realizarem tal “terapia”.

A decisão do Tribunal seguiu com aprovação de seis juízes conservadores e dois dos três liberais. Apenas a juíza liberal Ketanji Brown Jackson manifestou discordância, acusando os seus colegas de “abrirem uma caixa de Pandora”.

A ‘terapia de conversão’, também conhecida como ‘cura gay’ ou terapias reparativas, consiste em práticas pseudocientíficas que tentam, falsamente, alterar a orientação sexual ou identidade de género de pessoas LGBTQIA+.

Estas atitudes são baseadas na premissa de que a homossexualidade é uma doença ou desvio, essas intervenções são consideradas ineficazes, perigosas e uma violação dos direitos humanos.

Em Portugal, embora a Ordem dos Psicólogos considere estas práticas ineficazes e prejudiciais, elas ainda não são criminalizadas, sendo vistas como uma forma de homofobia e discriminação.

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