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  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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Os EUA e a Ucrânia anunciaram que “desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado” para selar o fim da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, na sequência das conversações mantidas em Genebra, na Suíça. Washington e Kiev garantem que qualquer acordo “deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia”.

Num comunicado conjunto, divulgado pela Casa Branca, os EUA e a Ucrânia adiantam que as conversações foram “construtivas, focadas e respeitosas”, além de se revelarem produtivas, já que culminaram em “progressos significativos na harmonização de posições e na identificação de próximos passos claros”.

No entanto, o governo russo anunciou, esta segunda-feira, dia 24, que não tinha recebido qualquer informação sobre as negociações entre os EUA e a Ucrânia. “Estamos, é claro, a monitorizar de perto os relatos da comunicação social, que têm chegado de Genebra nos últimos dias, mas ainda não recebemos nada oficial. Lemos uma declaração de que, após as discussões em Genebra, foram feitas algumas alterações no texto que tínhamos visto anteriormente. Vamos aguardar. Parece que o diálogo continua”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

O plano de paz ainda requer uma aprovação final, mas Donald Trump e Volodymyr Zelensky assumem que vão continuar a “trabalhar intensamente em propostas conjuntas nos próximos dias” e a manter-se “em estreito contacto com os parceiros europeus à medida que o processo avança”.

No domingo, o presidente ucraniano avaliou positivamente as reuniões em Genebra e referiu que Donald Trump está a “ouvir” Kiev. Segundo a Reuters, Zelensky poderá ir a Washington ainda esta semana, para discutir o plano de paz com Donald Trump, em particular alguns tópicos mais sensíveis.

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