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  • 'Têm ideia do que fizeram à minha vida?', João Cotrim de Figueiredo
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Um contingente de países europeus começou esta semana a enviar tropas para a Gronelândia numa operação de reconhecimento e planeamento de possíveis ações militares na ilha que pertence à Dinamarca. O reforço militar foi feito a pedido da própria Dinamarca e surge enquadrado na Operação Resistência Ártica, que visa a defesa deste território na sequência das declarações de Donald Trump, em que afirma querer anexá-lo aos Estados Unidos da América.

Alemanha, França, Noruega, Finlândia, Suécia e Países Baixos são os países que já enviaram tropas para aquela região autónoma do Reino da Dinamarca.

Emmanuel Macron destaca a presença da NATO, numa altura em que “concorrentes inesperados” aumentam o perigo da ameaça daquele território. No discurso de apresentação dos votos de ano novo às forças armadas francesas, que decorreu quinta-feira, 15, na base militar de Istres, perto de Marselha, o presidente francês garantiu que nos próximos dias irá enviar recursos adicionais para a Gronelândia, como “meios terrestres e marítimos” e assume que França irá investir, até 2030, mais 36 mil milhões de euros nas forças armadas do que o que estava previsto.

“No âmbito de uma missão militar europeia, a França e os europeus devem continuar, em todos os locais onde os seus interesses estejam ameaçados, a estar presentes, sem escalada, mas intransigentes no respeito pela soberania territorial”, declarou, relembrando que o papel de França é “estar ao lado de um Estado soberano para proteger o seu território”.

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