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  • ''A Venezuela está a correr bem'', Donald Trump
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A família de Pedro Manata e Silva, o militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) que morreu a 27 de outubro durante uma operação no rio Guadiana, já recebeu a indemnização pela morte do seu ente querido, no valor de 217.500 euros.

De acordo com o Jornal de Notícias, a compensação foi atribuída no passado dia 10 de dezembro por despacho da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, cerca de um mês e meio após o incidente, num processo concluído em tempo recorde.

A decisão surgiu após o comandante-geral da GNR, tenente-general Rui Veloso, ter homologado o relatório do inquérito interno que apurou os beneficiários da indemnização. A investigação concluiu, no prazo de um mês, que estavam reunidos todos os pressupostos legais para a atribuição da compensação, uma vez que o militar se encontrava em exercício de funções no momento da morte.

O montante será agora entregue à viúva e aos dois filhos do militar, um dos quais menor de idade.

Pedro Manata e Silva, recorde-se, perdeu a vida aos 50 anos, quando a embarcação da GNR em que seguia foi abalroada por uma lancha de alta velocidade, suspeita de envolvimento em tráfico de droga, durante uma operação de interceção no rio Guadiana. Na altura foram detidos dois espanhóis por suspeita de envolvimento no abalroamento, contudo acabariam por ser libertados por falta de provas que os ligasse ao caso. Até ao momento, os responsáveis continuam por identificar.

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