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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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O Tribunal de Aveiro absolveu, na manhã desta terça-feira, dia 8, Fernando Valente por ter assassinado Mónica Silva, a grávida da Murtosa desaparecida desde outubro de 2023.

O empresário estava acusado de matar e de esconder o corpo de Mónica Silva, que estaria grávida de sete meses, alegadamente de um relacionamento com o arguido.

O Ministério Publico defendeu, nas alegações finais, que o homicídio teria ocorrido num apartamento da família Valente, na praia da Torreira, com o objetivo de ocultar a paternidade.

Já o advogado de defesa de Fernando Valente contrapôs que as provas não eram suficientes para condenar o arguido.

O empresário estava acusado dos crimes de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e aquisição de moeda falsa.

Fernando Valente enfrentava uma pena máxima de 25 anos de prisão.

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