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  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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Rogério Campos Henriques, presidente executivo da Fidelidade, seguradora da Carris, assumiu que o processo de atribuição de indemnizações às vítimas do trágico acidente no elevador da Glória vai demorar, mas assegurou que “ninguém fica desamparado”.

Em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios, Campos Henriques afirmou que “estes processos tendem a ser um pouco mais longos”, acrescentando que a empresa que lidera já pagou despesas de todas vítimas.”Despesas com tratamentos hospitalares, de viagens, aos familiares”, sustentou.

O responsável da seguradora explica que este tipo de processo é tipicamente demorado, já que “falta definir muito claramente o valor das indemnizações no caso das mortes”. Varáveis como a idade da vítima, a sua situação familiar, danos morais que foram ou não incorridos ou a identificação de herdeiros prolongam a execução dos procedimentos necessários à conclusão do sinistro.

Pese embora a morosidade dos protocolos, o gestor é peremptótrio: “É um processo que vai demorar, o que nós asseguramos é que, independentemente do tempo que este processo demore, ninguém fica desamparado.”

Recorde-se que a 3 de setembro o descarrilamento do elevador da Glória conduziu à morte de 16 pessoas e provocou duas dezenas de feridos.

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