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  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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Na sequência do golpe militar que derrubou do poder da Guiné-Bissau Umaro Sissoco Embaló, o presidente da república de transição, major-general Horta Inta-a, nomeou os membros do novo governo, de acordo com o decreto presidencial n.º 04/2025, que inclui 22 ministros e 5 secretários de Estado.

O novo governo surge num contexto de instabilidade política e social, após o golpe que interrompeu o mandato de Umaro Sissoco Embaló e instalou um regime de transição liderado pelo Major-General Horta Inta-a. A comunidade internacional reagiu com preocupação, apelando à restauração da ordem constitucional e à preparação de eleições futuras, enquanto as autoridades de transição procuram estabilizar o país e reorganizar as instituições públicas.

Nino Vieira

Entre os nomes do novo executivo destaca-se João Bernardo Vieira, sobrinho do antigo Presidente guineense Nino Vieira e filho de Carlos Bernardo Vieira, que assume a pasta dos Negócios Estrangeiros. Nino Vieira, recorde-se, foi uma das figuras centrais da história da Guiné-Bissau. Participou na luta pela independência, como membro do PAIGC, liderou o golpe de 1980 que depôs o presidente Luís Cabral e transformou o país num regime civil, em 1984. Mais tarde, venceu eleições democráticas, em 1994, e regressou ao poder em 2005, mas enfrentou crises militares e conflitos internos ao longo da sua carreira, sendo assassinado em 2009, num contexto de instabilidade política.

O governo de transição terá agora pela frente o desafio de restaurar a confiança internacional, garantir o funcionamento das instituições públicas e preparar o país para uma futura passagem de poder civil.

A lista dos ministros é a seguinte:

  1. João Bernardo Vieira – Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e Comunidades.
  2. Brigadeiro-General Mamasaliu Embaló – Ministro do Interior e da Ordem Pública.
  3. Usna António Quadé – Ministro da Presidência de Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.
  4. Carlos Pinto Pereira – Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos.
  5. Mamadú Mudjetaba Djaló – Ministro da Economia Plano e Integração Regional.
  6. Major-General Stive Lassana Manssaly – Ministro da Defesa Nacional.
  7. Carlos Nelson Sanó – Ministro da Administração Territorial e do Poder Local.
  8. Florentino Mendes Pereira – Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital.
  9. José Carlos Esteves – Ministro das Obras Publicas, Habitação e Urbanismo.
  10. Celedónio Plácido Vieira – Ministro dos Recursos Naturais.
  11. Mário Muzante da Silva Loureiro – Ministro da Energia.
  12. Amadu Uri Guissé – Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural.
  13. Virgínia Mária da Cruz Godinho Pires Correia – Ministra das Pescas e Economia Marítima.
  14. Mamadú Badji – Ministro da Educação Nacional, Ensino Superior e Investigação Científica.
  15. Comodoro Quinhin Nantote – Ministro da Saúde Pública.
  16. Augusto Idrissa Embaló – Ministro do Ambiente e Ação Climática.
  17. Assucénia Nesbi Emilia Seide Donate de Barros – Ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.
  18. Juelma Cubala – Ministra Juventude, Cultura e Desportos.
  19. Jaimentino Có – Ministro de Comércio e Indústria.
  20. Catarina Raquel Mendonça Taborda – Ministra de Turismo e Artesanato.
  21. Abduramane Turé – Ministro da Comunicação Social.
  22. Khady Florence Dabo Correia – Ministra da Mulher e Solidariedade Social.

SECRETARIAS DE ESTADO

  1. Mamadú Baldé – Secretário de Estado do Tesouro.
  2. Elísio Gomes Sá – Secretário de Estado de Orçamento e Assuntos Fiscais.
  3. Fatumata Jau – Secretária de Estado da Cooperação Internacional e das Comunidades.
  4. Comissário Principal Salvador Soares – Secretário de Estado da Ordem Pública.
  5. Contra-Almirante Carlos Alfredo Mandughal – Secretário de Estado dos Combates da Liberdade da Pátria.

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