Frase do dia

  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
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A final da Taça das Nações Africanas (CAN 2025) ficou marcada por várias polémicas, este domingo, dia 18, após o Senegal vencer Marrocos por 1-0, no prolongamento.

O momento mais controverso ocorreu no último lance do tempo regulamentar, já depois de oito minutos de compensação, quando o árbitro assinalou uma grande penalidade a favor de Marrocos, por alegada falta dentro da área sobre Brahim Díaz. A decisão gerou fortes protestos por parte dos jogadores senegaleses, que chegaram a abandonar o relvado.

A tensão foi ainda agravada por um lance anterior, em que um golo do Senegal foi anulado, devido a uma falta assinalada sobre Achraf Hakimi no início da jogada, decisão igualmente contestada.

O encontro esteve interrompido durante mais de dez minutos, período em que se registaram distúrbios nas bancadas, com adeptos senegaleses a tentarem invadir o terreno de jogo e a arremessarem cadeiras na direção dos seguranças e elementos das equipas técnicas.

Apesar da oportunidade de levar o jogo à decisão nos penáltis, Brahim Díaz desperdiçou a grande penalidade, permitindo que o marcador se mantivesse inalterado no final do tempo regulamentar e o jogo avançasse, assim, para prolongamento.

Já em tempo extra, Pape Gueye marcou, aos 94 minutos, o golo decisivo que garantiu o triunfo do Senegal e a conquista do segundo título da sua história na CAN.

A final surge, assim, num contexto já marcado por controvérsia uma vez que o jogo das meias finais que opôs a seleção de Marrocos à sua congénere da Nigéria foi também alvo de polémica. Nesse confronto, decidido no desempate por grandes penalidades, as críticas foram apontadas à equipa nigeriana, devido à decisão de colocar o guarda-redes reserva, Onyemaechi, para marcar um pénalti crucial no último minuto da prorrogação, sendo defendido pelo guarda-redes marroquino, Bono.

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A final da CAN 2025 entre Marrocos e Senegal, que terminou com a vitória por 1‑0 dos senegaleses após prolongamento, ficou marcada por múltiplos episódios controversos, para além da atitude curiosa protagonizado pelo guarda‑redes suplente do Senegal, Yehvan Diouf. Durante o jogo, Diouf assumiu o papel pouco habitual de proteger as toalhas de Édouard Mendy, utilizadas pelo titular para secar a…