Frase do dia

  • “Paulinho é muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”, Roberto Martínez
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Esqueçam o cenário cinzento e estéril dos terminais convencionais: em Florença, o futuro das viagens aéreas cultiva-se no telhado. O novo terminal do Aeroporto Amerigo Vespucci, projetado pelo prestigiado atelier Rafael Viñoly, prepara-se para elevar o conceito de “produto local” a um patamar literal, cobrindo a sua cobertura com quase oito hectares de vinha autêntica.

A proposta, que une a infraestrutura de transporte à tradição milenar da Toscana, é factualmente ambiciosa. Enquanto os passageiros circulam no interior do edifício, sobre as suas cabeças estarão a crescer uvas destinadas a uma produção vinícola própria. Para completar o ciclo, o vinho será produzido e envelhecido em adegas instaladas no próprio complexo aeroportuário, permitindo aos viajantes acompanhar todo o processo, da videira ao engarrafamento, entre escalas.

O projeto, que ambiciona a certificação LEED Platinum – o sistema de classificação de edifícios verdes mais utilizado no mundo–, apresenta-se como uma ode ao urbanismo sustentável: uma infraestrutura internacional que funciona também como exploração agrícola ativa. Mais do que um elemento decorativo, a vinha será gerida por viticultores locais, transformando o tempo de espera no aeroporto numa experiência de imersão na cultura da região. Em Itália, o teto do aeroporto deixará de ser apenas uma barreira física para se tornar na maior garrafeira suspensa do mundo.

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