Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
Search

A investigação da morte do físico português, Nuno Loureiro, baleado à porta de sua casa em Boston, tem novos desenvolvimentos. Um órgão de comunicação social Israelita informa que o Irão poderá estar envolvido na morte do investigador.

De acordo com o Jerusalem Post, as autoridades israelitas estarão a analisar informações e dados de inteligência recolhidos nos últimos dias que apontam para uma eventual interferência iraniana no homicídio. A mesma fonte sublinha, no entanto, que não existem, até ao momento, provas concretas que estabeleçam uma ligação direta ao Irão, nem qualquer confirmação oficial por parte das autoridades norte-americanas.

É ainda referido que Nuno Loureiro era casado com uma cidadã israelita e que tinha afixados cartazes de apoio a Israel na janela da sua residência, um detalhe que está a ser tido em conta no âmbito da investigação.

Em declarações à imprensa norte-americana, vizinhos relataram ter ouvido vários disparos, embora inicialmente não tenham associado o som a um crime violento. Uma moradora do piso superior contou ao Boston Globe que estava a acender uma vela numa menorah (um candelabro de sete braços, um dos símbolos mais importantes do judaísmo) quando ouviu os tiros. Ao abrir a porta do apartamento, deparou-se com o corpo de Nuno Loureiro na entrada do edifício, tendo de imediato contactado os serviços de emergência.

Segundo o Correio da Manhã, a filha do físico, de 14 anos, terá assistido ao homicídio e chegou a ver o atirador, tendo já fornecido às autoridades uma descrição do suspeito. Até ao momento, não foram efetuadas detenções.

Durante a emissão do Grande Jornal da Noite, da CMTV, com José Carlos Castro, o comentador Manuel Rodrigues afirmou que Nuno Loureiro estaria a prestes a divulgar uma descoberta radical que ia mudar o paradigma das energias. “Tinha grande potencialidade de resolver um problema para a humanidade e esse problema tem a haver com as energias e a energia que estava a tentar desenvolver, que era a energia de fusão, acabava por colocar em causa quer as energias fósseis quer as energias alternativas.”

O físico português Nuno Loureiro, de 47 anos, era investigador e responsável por um laboratório no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), uma das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos, foi morto a tiro no apartamento onde residia, em Boston, na segunda-feira, dia 15.

Recomendado para si