Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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Bruno Dulcetti captou uma imagem rara e impressionante, na manhã desta sexta-feira, dia 9, em que a Lua parece encaixar-se entre os braços do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, criando a ilusão de que o monumento ‘abraça’ o astro.

O registo de Bruno na Cidade Maravilhosa foi feito ao amanhecer e exigiu precisão absoluta de tempo e posicionamento, já que o alinhamento entre a Lua e a estátua ocorre apenas uma vez por ano e dura apenas alguns segundos – um momento em que, como dizem os fotógrafos, “piscou, perdeu”.

A fotografia rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, tanto pela beleza do enquadramento como pela técnica envolvida. O resultado é fruto de planeamento prévio, conhecimento astronómico e paciência para esperar o instante exacto em que a Lua surge no ponto certo do horizonte.

Bruno Dulcetti, cujo seu perfil nas redes sociais é @dul7art, é reconhecido por trabalhos que exploram alinhamentos naturais e composições visuais de grande impacto, transformando fenómenos astronómicos em imagens de forte apelo artístico.

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