Frase do dia

  • “Obrigado por tudo”, Marcelo Rebelo de Sousa
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O dia 8 de março de 2026 ficará registado como uma data trágica para o património de Glasgow. Um incêndio de grandes proporções, iniciado no rés-do-chão de um edifício comercial na Union Street, culminou na destruição do Union Corner, um imóvel histórico datado de 1851. O edifício, que antecedia a construção da estação central da cidade, viu a sua cúpula icónica colapsar durante a madrugada, alterando de forma irreversível a paisagem urbana do coração da cidade escocesa.

O alerta foi dado pelas 15:46 de domingo, após uma explosão numa loja de vape instalada no piso térreo. Especialistas suspeitam que as baterias e cartuchos de gás dos cigarros eletrónicos tenham funcionado como acelerantes, permitindo que as chamas se propagassem rapidamente pelos quatro andares da estrutura. A violência do sinistro exigiu a mobilização de mais de 60 bombeiros e 18 veículos, que recorreram a bombas de alto volume para extrair água diretamente do Rio Clyde.

A perda do Union Corner é considerada uma catástrofe para a herança arquitetónica vitoriana de Glasgow. Apesar do esforço das equipas de emergência, a integridade do edifício classificado foi totalmente comprometida, restando agora o luto por um dos marcos históricos mais antigos daquela zona nobre.

Engenheiros estruturais estão a avaliar a estabilidade do que resta da fachada. Embora o edifício tenha sofrido um colapso parcial, a decisão final sobre uma demolição total cabe ao controlo de edifícios da Câmara Municipal de Glasgow.

O Primeiro-Ministro escocês, John Swinney, e a líder da autarquia, Susan Aitken, apelaram a um “esforço nacional” para a recuperação da área. O Governo manifestou disponibilidade para fornecer apoio financeiro à Câmara de Glasgow para lidar com as consequências do sinistro.

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