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  • ''Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia'', Emmanuel Macron para Donald Trump
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A Google anunciou recentemente o ‘Disco’, um projeto experimental desenvolvido pela Google Labs que procura repensar o conceito tradicional de navegador de Internet. Em vez de se limitar a abrir páginas web, o ‘Disco’ aposta numa integração profunda de Inteligência Artificial para ajudar os utilizadores a organizar informação e a realizar tarefas complexas de forma mais eficiente. O navegador baseia-se no motor de código aberto ‘Chromium’, o mesmo que serve de base ao Google Chrome, mas apresenta uma abordagem significativamente diferente à navegação.

O principal destaque do ‘Disco’ são as GenTabs, abas geradas dinamicamente com recurso ao modelo de IA Gemini, que analisam as páginas abertas e os pedidos feitos pelo utilizador em linguagem natural. Estas abas funcionam como interfaces interactivas personalizadas, capazes de combinar informação de várias fontes num único espaço, indo além da simples lista de separadores ou resultados de pesquisa. A ideia é transformar a navegação num processo mais contextual e orientado para objetivos concretos.

Na prática, isto significa que tarefas como planear uma viagem, organizar um projeto ou comparar informações podem ser feitas dentro do próprio navegador de forma assistida pela IA. As GenTabs podem incluir mapas, listas, cronogramas ou outros elementos interativos, sempre com referências claras às fontes originais na web, permitindo ao utilizador manter controlo sobre a informação e verificar a sua origem.

De momento, o ‘Disco’ encontra-se numa fase experimental e está disponível apenas para um número limitado de utilizadores através de uma lista de espera, com acesso inicial restrito ao macOS. A Google refere que este projeto serve também como um laboratório de ideias, sendo possível que algumas das funcionalidades testadas venham a ser integradas no futuro noutros produtos da empresa, incluindo o próprio Chrome, caso se revelem úteis e bem-sucedidas.

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