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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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A Google anunciou um novo acordo ambiental para financiar a reflorestação da Amazónia, com o objetivo de compensar cerca de 200 mil toneladas de emissões de carbono. Este é o maior investimento da empresa até agora na área da remoção de carbono.

O projeto, que foi anunciado esta semana, será desenvolvido em parceria com a startup brasileira Mombak, especialista em reflorestar florestas tropicais. A colaboração vai ajudar a recuperar várias áreas degradadas da Amazónia através da plantação de espécies nativas, que irá gerar créditos de carbono certificados que a Google utilizará para equilibrar parte das suas emissões.

De acordo com o diretor de créditos e remoção de carbono da Google, Randy Spock, a natureza continua a ser uma das soluções mais eficazes para enfrentar a crise climática: “A tecnologia menos arriscada que temos para reduzir o carbono na atmosfera é a fotossíntese.”

A maioria das emissões que a empresa pretende compensar estão ligadas ao consumo energético dos centros de dados e escritórios, que resultam da eletricidade utilizada nas suas infraestruturas. Com o crescimento acelerado da Inteligência Artificial (IA) e dos serviços em nuvem, operações que têm um peso cada vez maior na pegada de carbono da Google.

A aposta no reflorestamento surge após a crescente pressão sobre as grandes empresas de tecnologia para reduzirem o impacto ambiental das suas atividades. O Brasil, que está a acolher a COP30, em Belém, e termina a 21 de novembro, tem tentado reforçar a cooperação global para proteger as florestas tropicais.

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