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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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A manhã desta quinta-feira, dia 11, marcada pela greve geral, registou momentos de tensão junto a um parque da STCP, no Porto, quando agentes da PSP intervieram para tentar desmobilizar um piquete de greve que bloqueava a entrada e a saída de autocarros.

A situação gerou protestos dos trabalhadores presentes, que acusaram a Polícia de pressionar o direito à paralisação e responderam com palavras de ordem, como “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais.”

Ora veja:

Greve no Porto gera o caos

Em Lisboa, recorde-se, também já houve momentos de tensão. Um piquete de greve marcou presença na entrada do terminal da Carris na Musgueira. Os sindicalistas tentavam contactar com os trabalhadores da empresa, mas foram impedidos por um cordão de agentes da PSP.

A greve geral, convocada em protesto contra o anteprojeto do Governo para a reforma da legislação laboral, junta pela primeira vez, desde junho de 2013, as duas maiores centrais sindicais portuguesas – CGTP e UGT. A última mobilização conjunta ocorreu num período em que Portugal se encontrava sob intervenção da troika, contexto que muitos sindicalistas voltam agora a recordar para sublinhar a gravidade das mudanças propostas.

Entre as alterações contestadas estão novas regras para despedimentos, modificações na legislação referente à parentalidade e o alargamento dos prazos dos contratos de trabalho. As estruturas sindicais consideram que o pacote legislativo representa um retrocesso nos direitos laborais e pedem a sua revisão imediata.

Ao longo do dia, a greve promete continuar a marcar o País em diversos setores.

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