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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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O presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, acusa a Câmara da Amadora de estar a invadir território do concelho de Oeiras e demonstra-o recorrendo a uma urbanização na zona que faz de limite entre os dois municípios.

Num vídeo gravado no local, na zona da Serra de Carnaxide, o autarca afirma que a Câmara da Amadora urbanizou terrenos até ao limite do concelho, criando grandes logradouros que, segundo diz, só podem ser acedidos a partir de Oeiras.

“Urbanizaram e construíram lugares enormes exatamente no limite do concelho. Agora, para as pessoas entrarem nesses logradouros com materiais, pelos vistos, só podem entrar pelo concelho de Oeiras”, afirma.

Isaltino Morais diz ainda que começaram a surgir portões “clandestinos” voltados para território oeirense, alegadamente para permitir o acesso a esses espaços. “Sem mais nem menos começam a aparecer portões para abrir diretamente para o território de Oeiras”, critica.

O presidente da Câmara garante que o problema já foi comunicado várias vezes ao município vizinho. Segundo afirma, a Câmara de Oeiras terá pedido esclarecimentos à autarquia da Amadora “há mais de três anos”, sem que tenha recebido qualquer resposta até ao momento.

Durante a visita ao local, Isaltino Morais afirmou também que existem projetos de loteamento nas imediações em que alguns dos próprios lotes já estariam implantados em território de Oeiras.

O autarca contrapõe a urbanização do lado da Amadora com a estratégia de proteção ambiental adotada pelo seu município na Serra de Carnaxide. “De um lado há urbanização. Do outro lado há proteção”, afirmou, questionando quem está afinal a destruir a área natural.

Num tom mais duro, Isaltino deixou mesmo uma ameaça simbólica caso a situação não seja resolvida. O presidente da Câmara de Oeiras afirmou que, se não houver entendimento entre as autarquias, o município poderá avançar com medidas radicais.

“Caso contrário, nós temos de entrar aqui com uma escavadora, deitar abaixo esta rotunda e fazer uma muralha lá adiante”, declarou.

Segundo explicou, a Câmara de Oeiras está atualmente a instalar uma rede de rega e a plantar árvores na zona, com o objetivo de criar uma “cortina arbórea” que funcione como separação física entre os dois concelhos.

Isaltino Morais diz esperar que a divulgação do caso leve finalmente a um entendimento entre as duas Câmaras municipais. “Temos de nos entender para bem dos cidadãos de cada um dos municípios”, concluiu.

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