Frase do dia

  • “Fiz este filme para os meus filhos, para lhes pedir desculpa pela porcaria que estamos a deixar neste mundo que lhes estamos a entregar”, Paul Thomas Anderson, realizador de 'Batalha Atrás de Batalha
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María Corina Machado, de 58 anos, agradece a Donald Trump pelas “ações valentes” que permitiram capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, mas, por outro lado, garante que vai voltar ao país o mais depressa possível, quando o presidente dos EUA não a quer no poder.

Numa entrevista dada à Fox News, a líder da oposição venezuelana dedicou ao presidente dos EUA o Prémio Nobel da Paz, que recebeu em dezembro. María Corina Machado revelou ainda que deixou a Venezuela em segredo e que viajou para Oslo, na Noruega, para receber o troféu. No entanto, chegou tarde demais e não conseguiu marcar presença na cerimónia.

Sobre o futuro do país, María Corina Machada assume que a oposição que lidera transformaria-o num centro energético para as Américas. Garantiu também que reestabeleceria o Estado de direito, de forma a garantir a segurança e o regresso dos venezuelanos, que abandonaram o país depois de Nicolás Maduro assumir o poder, em 2013.

Apesar de Corina considerar que a oposição ao regime alcançaria “mais de 90% dos votos” em eleições livres e justa”, Donald Trump, recorde-se, ‘trocou-lhe as voltas’, afirmando que a antiga deputada da Assembleia Nacional não tem condições para governar o país. Ela não desiste, porém, e o seu regresso promete agitar a Venezuela.

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