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  • “Obrigado por tudo”, Marcelo Rebelo de Sousa
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Um novo estudo sobre os estilos de vida dos europeus, realizado pelo Eurostat, revela que dentro da União Europeia (UE) há grandes diferenças entre os vários países. O relatório Habitação na Europa – Edição 2025, revela as conclusões da análise a vários fatores, como o tipo, o tamanho e a qualidade das casas. A evolução dos preços das habitações ou dos arrendamentos também varia. Mas como estará Portugal colocado nas contas da UE?

Os dados dizem que, em 2024, 68% da população da união europeia vivia com as famílias em casas próprias, enquanto 32% viviam em habitações arrendadas. Em Portugal, 73,4 % da população vive em casa própria, sendo que 26,4% arrenda casa para viver. Relativamente ao tamanho da habitação, a média europeia marca por pessoa 1,7 quartos. Esse valor é igual quando analisamos Portugal.

Os dados revelam que 17% dos europeus vivem em casas sobrelotadas. Já em Portugal, o valor é mais baixo: 11%. Quando analisados os valores das casas subocupadas – uma casa que é considerada grande demais para as necessidades da família que vive nela – há 33% dos europeus nestas circunstâncias. No nosso País, o valor é ligeiramente mais elevado, com 36,6 dos portugueses a viverem em casas demasiado grandes para as necessidades das suas famílias.

Relativamente aos custos da habitação, os preços em Portugal parecem ter acompanhado a tendência europeia, onde os valores dispararam 53% entre 2010 e 2024. No entanto, quando analisados os valores relativos aos preços das casas em Portugal é possível perceber que, no mesmo período de tempo, os custos dispararam 117%, ou seja mais do dobro daquilo que aconteceu com a média europeia.

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