Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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Um advogado israelita escapa duas vezes a massacres contra civis. Primeiro, a 7 de outubro de 2023, quando o Hamas atacou o público de um festival em território israelita. Agora, no dia 14 de dezembro, em Sydney, na Austrália, quando dois atiradores espalharam o terror na famosa praia Bondi.

No primeiro massacre, que matou cerca de 1200 pessoas e fez aproximadamente 250 reféns, Arsen Ostrovsky, advogado israelita sobreviveu e usou a nova oportunidade que a vida lhe dera para combater um flagelo que destrói vidas em todo o mundo e que esteve na origem dos referidos atentados: o antissemitismo. Mudou de país e apenas duas semanas depois da sua chegada a Sydney, o terror voltou a assaltá-lo, a ele e a quem estava num dos pontos turísticos de Sydney.

Ostrovsky, depois de escapar aos atentados de há dois anos em Israel, voltou a sair com vida de um ataque a civis que, neste domingo, dia 14, fez pelo menos 12 mortos na praia de Bondi, na Austrália, durante as celebrações judaicas do Hanukkah. Depois de ser atingido na cabeça, descreveu, em declarações à imprensa local, um cenário de terror: “um banho de sangue, um verdadeiro massacre”.

Crianças, idosos e pessoas com deficiência caídas no chão, enquanto eram disparados tiros em todas as direções. Foi este o retrato captado pelos seus olhos, depois de os ataques se terem instalado repentinamente, perpetuando o caos no evento da capital australiana.

“A última vez que vi algo assim foi a 7 de outubro”, confessou Ostrovsky. Revelando ainda que o momento de maior pânico foi quando perdeu a família de vista no decorrer do tiroteio. “Não há medo maior do que não saber onde está a sua família”, disse. Apesar do susto, a mulher e os filhos já se encontram em segurança.

Milhões angariados para salvar herói da vida real

Mas a história do jurista não foi a única a sobressair no meio desta tragédia. Ahmed al Ahmed, um merceeiro de 43 anos, arriscou a sua vida para desarmar um dos atacantes e salvar dezenas de pessoas.

O homem conseguiu apanhar um dos terroristas desprevenido, desarmando-o e apontando-lhe a arma até que este se afastasse do local. Depois de o atirador fugir, Ahmed pousou a espingarda no chão. O momento foi captado em vídeo e está a impressionar o mundo.

Pese embora ter sido bem sucedido, o comerciante de frutas, que é casado e pai de dois filhos, ainda foi atingido por dois disparos, no braço e na mão, tendo sido transportado para o hospital de St. George onde foi operado. De momento, o herói encontra-se fora de perigo, mas poderá ser submetido a mais cirurgias.

Uma campanha criada no GoFoundMe para ajudar a sua família já angariou perto de um milhão de euros. Um dos maiores doadores, foi o bilionário norte-americano, Bill Ackman, que doou quase 100 mil euros à vítima e seus familiares. Ahmed al Ahmed tem recebido elogios de várias figuras públicas que o descrevem como herói, entre estas está o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu e o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.

O líder do governo de Nova Gales do Sul, Chris Minns , foi visitar Ahmed ao hospital e agradeceu publicamente o ato heróico do indivíduo.

Chris Minns e Ahmed al Ahmed

Recorde-se que para além dos mortos, o ataque de ontem, protagonizado por dois homens, causou 29 feridos. Um dos suspeitos foi morto pela polícia, enquanto outro foi detido. As autoridades continuam a investigar o envolvimento de possíveis cumplices.

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