A Força Aérea Portuguesa passou a contar, pela primeira vez, com uma mulher na especialidade de recuperador-salvador, um passo considerado histórico e que evidencia o “compromisso da instituição com o reconhecimento do mérito, da competência e da dedicação”.
Num comunicado divulgado, a instituição informou que concluiu recentemente a qualificação de dois novos militares nesta função operacional: “A Força Aérea qualificou dois novos recuperadores-salvadores, passando esta especialidade operacional a contar, pela primeira vez, com uma mulher entre os seus elementos.”
Ambos os militares terminaram com êxito o exigente percurso de formação e qualificação operacional e passam agora a integrar equipas responsáveis por operações de busca e salvamento (SAR).
A formação necessária para desempenhar estas funções envolve elevados padrões de preparação. Segundo a Força Aérea, trata-se de um processo marcado por “um elevado nível de exigência física, técnica e psicológica”, concebido para preparar os militares para atuar em cenários diversos e frequentemente adversos.
“Com esta qualificação, os dois militares passam a integrar as equipas operacionais desta especialidade, contribuindo para o cumprimento da missão da Força Aérea Portuguesa na salvaguarda de vidas humanas e na resposta a situações de emergência”, acrescentou a instituição.
A entidade realçou ainda o significado desta integração, sublinhando que “a qualificação da primeira mulher enquanto recuperador-salvador constitui um marco na história desta especialidade”, representando também “a evolução da Força Aérea Portuguesa e o compromisso da instituição com o reconhecimento do mérito, da competência e da dedicação no desempenho das suas funções”.