Joana Amaral Dias, de 52 anos, denunciou “uma sabotagem interna no ADN”, que terá estado na origem do chumbo da sua candidatura à Presidência da República.
Numa publicação feita no Facebook, a ex-deputada da Assembleia da República refere que os candidatos contam com uma equipa para a recolha das 7500 assinaturas necessárias para a candidatura. No seu caso, não atingiu a marca porque “houve uma sabotagem interna no ADN”, partido que apoiou a sua candidatura.
“Esse grupelho procurou, de várias formas, denegrir a minha imagem, a do Bruno Fialho e atacar o partido, numa tentativa de assalto ao poder. A minha confiança foi traída por quem deveria servir ideais, e não interesses pessoais ou a destruição do projeto, colocando-se ao lado do boicote das TVs”, refere.
Joana Amaral Dias agradeceu a todos os que a apoiaram, lamentando ter falhado o objetivo de ir a votos. Ainda assim, avança que conseguiu retificar a documentação e que já foi interposto um recurso no Tribunal Constitucional, pelo qual aguarda ainda resposta: “Ainda que a probabilidade de passar seja mínima, a luta por uma política honesta, patriótica e popular continuará. Pessoas como nós, nunca desistem.”